Duas semanas depois da primeira peça de refinado humor do dragaoatento, mais um clássico é sinónimo de mais uma gargalhada. Vamos lá analisar o que o nosso amigo disse:
«Esta época começou logo mal, com o erro de casting da escolha do treinador, o qual revelou não estar preparado para treinar uma equipa com a exigência do FC Porto, depois continuou a agravar-se com a tardia constatação e decisão de rescindir com o técnico incapaz, pelo que quando finalmente a direcção dos Dragões resolveu agir já foi tarde.»
Deixa-me corrigir. A vossa época começou muito bem! Ganharam o "Campeonato Hugo Miguel" com a ajuda o vosso treinador Paulo Fonseca. Achas que foi tardia a decisão de rescindir com ele? Na minha opinião um treinador campeão deve ter o benefício da dúvida!
«A Luís Castro, que assumiu interinamente a liderança da equipa, seria injusto pedir mais do que aquilo que ele tentou fazer, e, que foi tentar recuperar física e psicologicamente o plantel.»
Tens razão, seria injusto pedir mais! Só acho é que ele foi tão eficiente como seria, sei lá, um periquito ou uma açorda de bacalhau, mesmo com a atenuante de esta não ser um sujeito cognoscente.
«Quanto ao jogo da Taça da Liga - A equipa do FC Porto bem que tentou ganhar o jogo, com atitude, raça e esforço, só que devido ao facto dos índices de confiança estarem em baixo, no jogo d'hoje a equipa portista não pôde contar com o seu melhor Jackson na plenitude dos seus vastos recursos.»
Ontem a raça foi um pouco menor que há duas semanas, pelo menos nos pitons do Fernando. Tantas canelas a menos que eu vi varridas neste jogo. Até o Quaresma estava calminho meu caro! Acredito que um dia vocês consigam jogar com uma equipa menos raivosa e que, agora não sei se me estou a esticar, o Quaresma faça menos circo e comece a jogar futebol. Eu sei que é um longo caminho, mas pensa nisso como uma oportunidade, agora que, parece, Fernando e Mangala estão de saída.
«Mas mais, hoje faltou um patrão no meio-campo (tipo João Moutinho), que assumisse o comando das operações. Depois a defesa sem estar mal nunca foi capaz de transmitir: confiança, segurança, à equipa; e então, os avançados marcados em cima pelos adversários, nunca demonstraram ter velocidade para ultrapassar os obstáculos (dificuldades) que os opositores lhes colocaram. Assim sendo, e como já referi, o FC Porto sem poder contar com um avançado realizador, não conseguiu levar de vencida uma equipa encarnada que jogou (à defesa) encolhida no seu meio-campo e a tentar num contra ataque aproveitar os eventuais (possíveis) erros defensivos da equipa azul e branca.»
Gosto da forma despretensiosa como escreves. Explicas, não vá algum ser azulado não compreender, que obstáculos são dificuldades, que jogar encolhido no seu meio campo significa que se joga à defesa, e que eventuais é sinónimo de possíveis. É eventualmente bonito da tua parte, ainda que, eventualmente, a equipa azul e branca não tenha errado neste dois jogos, pelo menos nas tuas análises.
«Depois, eu pela minha parte, já sabia de antemão que se a decisão acabasse por ir para as grandes penalidades os portistas perderiam, tal a falta de confiança existente no seio da equipa.»
Sabes tanta coisa, é isso que gosto em ti, és um tipo que gosta de ensinar e aprender. Eventualmente um dia comentarás as escutas. Eventualmente um dia criticarás o que se passou no futebol português nos ultimos 30 anos. Eu acredito em ti, e Darwin está comigo!
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segunda-feira, 28 de abril de 2014
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Peça humorística portista!
Poderia vir para aqui dizer que a diferença é que este ano ganhamos mesmo com o Proença, ou sugerir que jogássemos sempre com 10 para dar mais luta (apesar de não haver equipa à altura do Sporting). Mas não, sou um tipo com fair-play e venho partilhar uma peça de humor portista. Acho que só faltou propor um Nobel da Paz ao Quaresma. Um bem aja dragão atento!!
«Pedro Proença que pretende ser considerado como um juiz do
apito impoluto, comportou-se no jogo d'hoje como: o mais rasca, reles e
faccioso dos árbitros...! Com uma actuação descarada, influenciou decisivamente
o resultado do jogo.
Começo a análise ao jogo pela actuação do juiz do apito, porque Pedro Proença desta vez fez inclinar nitidamente o campo para o lado do clube do seu coração, com uma arbitragem, ia considerar habilidosa, mas foi antes: não isenta, desonesta e descaradamente vergonhosa a prejudicar deliberadamente o FC Porto.
Começou por marcar um penalty muito discutível contra o FC Porto...! Surpreendente para quem não considerou passível de castigo máximo o lance de Alvalade em que Cedric empurra nitidamente por trás o Jackson na grande área do Sporting impedindo-o de consumar a jogada.
Depois foi sempre muito benevolente com as entradas (a rasgar) ilegais dos jogadores encarnados. Um exemplo: o lance em que Garay pisa deliberadamente o pé de Fernando sem merecer qualquer admoestação por parte de Pedro Proença. Este pareceu de início querer impor disciplina às duas equipas, mas notou-se que os benfiquistas se permitiam discutir as suas decisões chegando a pressioná-lo impunemente. Em contra partida à mínima que qualquer atleta azul e branco fizesse era certo e sabido que seria admoestado com a respectiva cartolina amarela! Pretendeu dar de início a ideia de que iria pôr em prática um critério disciplinador, mas hoje não foi capaz de ser isento e de utilizar o mesmo critério para os jogadores das duas equipas: foi benevolente e permissivo a proteger os benfiquistas e extremamente rigoroso e castigador para os portistas.
De realçar nos dragões a inexperiência de Reyes e a falta de senso de Quaresma que se fez expulsar ao ter a veleidade de discutir as decisões de Pedro Proença, o qual está bom de ver, ao expulsar Siqueira só precisava de ter o mais pequeno pretexto para expulsar um portista e equilibrar o barco. Foi notória também alguma falta de qualidade no jogo individual e de conjunto da equipa portista.»
Começo a análise ao jogo pela actuação do juiz do apito, porque Pedro Proença desta vez fez inclinar nitidamente o campo para o lado do clube do seu coração, com uma arbitragem, ia considerar habilidosa, mas foi antes: não isenta, desonesta e descaradamente vergonhosa a prejudicar deliberadamente o FC Porto.
Começou por marcar um penalty muito discutível contra o FC Porto...! Surpreendente para quem não considerou passível de castigo máximo o lance de Alvalade em que Cedric empurra nitidamente por trás o Jackson na grande área do Sporting impedindo-o de consumar a jogada.
Depois foi sempre muito benevolente com as entradas (a rasgar) ilegais dos jogadores encarnados. Um exemplo: o lance em que Garay pisa deliberadamente o pé de Fernando sem merecer qualquer admoestação por parte de Pedro Proença. Este pareceu de início querer impor disciplina às duas equipas, mas notou-se que os benfiquistas se permitiam discutir as suas decisões chegando a pressioná-lo impunemente. Em contra partida à mínima que qualquer atleta azul e branco fizesse era certo e sabido que seria admoestado com a respectiva cartolina amarela! Pretendeu dar de início a ideia de que iria pôr em prática um critério disciplinador, mas hoje não foi capaz de ser isento e de utilizar o mesmo critério para os jogadores das duas equipas: foi benevolente e permissivo a proteger os benfiquistas e extremamente rigoroso e castigador para os portistas.
De realçar nos dragões a inexperiência de Reyes e a falta de senso de Quaresma que se fez expulsar ao ter a veleidade de discutir as decisões de Pedro Proença, o qual está bom de ver, ao expulsar Siqueira só precisava de ter o mais pequeno pretexto para expulsar um portista e equilibrar o barco. Foi notória também alguma falta de qualidade no jogo individual e de conjunto da equipa portista.»
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