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terça-feira, 16 de junho de 2015

O Sporting no "Campeonato" dos Tribunais!



Esta semana o "campeonato dos Tribunais" está ao rubro.

O Sporting disputa este “encontro” em Lausanne, no Tribunal Arbitral du Sport, contra a, forte e coesa, formação da Doyen. Esta formação conta nas suas fileiras com “players” de peso, nomeadamente, a ex-estrela do clube visitante: Godinho Lopes (Será que vai festejar o depoimento? É a pergunta que se impõe…) e, ainda, Florentino Perez, Adriano Galliani, entre outros…


Veremos como termina, esta segunda jornada, não podemos olvidar que, no primeiro “jogo” do Campeonato, o Sporting foi batido por Bojinov.

http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=809309&tm=3&layout=122&visual=61


           O Sporting desde que tem este novo “Treinador”, no "campeonato dos Tribunais", tem sempre atacado muito forte. Mas, depois, demonstra algumas fragilidades no sector defensivo!

            Na primeira jornada, começou o encontro com um comunicado à CMVM, no qual dava conta que o contrato com Bojinov "cessou por abandono de trabalho".  Apesar do forte ataque, descurou-se um pouco a defesa e o resultado cifrou-se num copioso: €594.398,00 a zero. Claro, que o Sporting não se conformou e revelou a intenção de recorrer.

             http://www.maisfutebol.iol.pt/sporting-rescinde-com-bojinov-por-abandono-de-trabalho

 Aliás, acrescento que é com pena que, nos campeonatos disputados dentro de campos ou pavilhões, também não se possa recorrer das derrotas copiosas e consecutivas…  Isso poderia fazer felizes algumas minorias do nosso Portugal!

                Veremos, então, como fica o resultado, Esta jornada é importantíssima no "campeonato dos Tribunais"… Que ganhe o melhor!  
Pelo menos, uma coisa é certa, atendendo que estamos a falar de um Tribunal Arbitral, caso o resultado não seja favorável, poderá sempre recorrer-se à culpabilização de Árbitros, para disfarçar a derrota. Porque nesse ponto, todos nós sabemos que certas pessoas e entidades são imbatíveis…



Campeonato dos Tribunais:
1.ª Jornada
Sporting – 0               Bojinov - €594.398,00

2.ª Jornada
Doyen  vs Sporting

3.ª Jornada
Sporting  vs Marco Silva

4.ª Jornada

Somague vs Sporting

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Custo-Benefício de um treinador como Jorge Jesus

Disclaimer: Sempre fui um defensor de Jorge Jesus, com excepção do ano em que tudo perdemos, onde achei que, por razões psicológicas, não o devíamos manter. Ainda bem que me enganei!

Penso extremamente interessante fazer uma análise custo-benefício à continuidade do nosso treinador, aquele que no ano passado tantas alegrias nos deu e que, provavelmente, nos dará o 34º este ano!

Benefício: É o melhor treinador em Portugal. Com ele sabemos que, mesmo com uma equipa de um nível inferior ao adversário, podemos ganhar. É isso que está a acontecer este ano contra o Porto de Lopetegui. Além disso, é um treinador que por ser melhor que os outros, consegue valorizar mais os jogadores. Penso que não estarei muito longe da realidade se disser que JJ valoriza, por época, mais 10 M€ líquidos, o que corresponderá a cerca de 20%, que qualquer outro treinador que tenhamos.
Além disso, ter JJ como treinador evita que outro clube o tenha, além de que, dos treinadores em Portugal, o único que me parece ter qualidade para, na próxima época, poder pegar num Benfica é o Marco Silva (fala-se de um português, Paulo Sousa, mas não me parece ter grandes hipóteses de regressar).
Há ainda que contabilizar o risco de alterar o treinador.

Custo: Se desportivamente é uma perda (controlada, caso a alternativa tenha qualidade), em termos de finanças a saída de JJ tem alguns benefícios:
Os salários de um treinador como Marco Silva seriam 1M€, o que significa uma poupança de 3M€
A aposta em jovens poderia significar um aumento do rendimento da academia de uns 15M€/ano.
A utilização dos jogadores das camadas jovens (por muito que me queiram convencer do contrário acho que o JJ não as quer mesmo, e o caso do Nélson Oliveira é o mais gritante) e consequente diminuição dos camiões de jogadores diria que nos poderia fazer poupar 15M€/ano. Mas eu preferiria apostar em gastar esse dinheiro em 1-2 jogadores que realmente fizessem a diferença e que esbatessem a diferença na qualidade do treinador

Conclusão: Se a nível financeiro seria melhor não renovar com JJ (isto é, JJ tem um custo não de 4M€/ano, mas provavelmente 15-20M€/ano), a nível desportivo há um risco considerável, que poderá ser minimizado com certas medidas de mitigação, designadamente com o  reforço da equipa com jogadores de qualidade, uma aposta forte nos jogadores da academia e com uma escolha acertada no treinador.

Pessoalmente parece-me a altura de ter um treinador que nos permita ter um plantel com Bernardo Silva, João Cancelo, Ivan Cavaleiro, Nelson Oliveira e Gonçalo Guedes, garantindo, ainda assim, uma desalavancagem controlada com a contratação cirúrgica de reforços, as chamadas "trutas". E para mim esse treinador seria o Marco Silva porque:
- Mostrou qualidade
- Estar no Sporting permite-lhe fazer a transição de um clube pequeno para um grande
- Essa transição permitiu-lhe aprender com situações que nunca viveria no Estoril
- É benfiquista
- Mostrou em vários situações e, nomeadamente, neste último caso com Bruno de Carvalho, que tem humildade q.b. e controlo emocional - sabe em que momentos e que mensagens deve transmitir para o exterior.



quarta-feira, 5 de março de 2014

Um Porto à Benfica?

Hoje foi um dia duplamente triste, no que toca ao futebol.

Em primeiro lugar, pela saída de Paulo Fonseca do Porto. A quase-época (quase, uma vez que no último jogo já era mais treinador da equipa adversária, do que daquela que treinava) que fez no Paços, não pode ser obra só do acaso, mas ficou mais que provado que não tem capacidade para lidar com a pressão (nele e na sua família) naquele clube.

Por outro lado, é com muita tristeza que vejo as notícias que dão como certa a entrada de Marco Silva no Porto.
Tristeza e alguma estranheza.

Tristeza, porque via Marco Silva como o sucessor natural de Jesus no Benfica.
Com poucos recursos (e sem as 5 principais figuras da equipa, que entretanto lhe foram retiradas) MS pôs o Estoril a jogar um futebol vertical e ofensivo, em tudo semelhante à matriz histórica do Benfica. Em poucas palavras, dir-se-ia que MS pôs o Estoril a jogar à Benfica. Seria de todo natural que a Jesus sucedesse alguém com ideias de jogo semelhantes (ainda que com experiência muito mais reduzida). E como Jesus diria, experiência é igual a conhecimento.

Estranheza, porque o futebol que Marco Silva apresenta no Estoril não se identifica muito com a matriz histórica do Porto.
Tradicionalmente, as equipas do Porto praticam um futebol mais apoiado, de posse de bola e paciência; menos vertical que, por exemplo, as equipas do Benfica. Foi assim com VP, com AVB e até com Mourinho. Note-se que é precisamente com esta matriz que têm ganho os últimos campeonatos ao Benfica.
O último treinador que o Porto teve com um futebol declaradamente ofensivo foi Co Adriaanse e como nos lembramos, esse não durou lá muito tempo, apesar de ser campeão.
Fica por saber se Marco Silva terá o estofo mental para trabalhar num clube onde, quando as coisas dão para o torto, torna a vida muito complicada para o treinador e a sua família.

Numa hora que se vive uma crise de identidade no Porto, com uma potencial crise de sucessão no horizonte, eis que surge uma novidade: a possibilidade de um Porto à Benfica.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

O momento da jornada



Sábia poesia:
"
toma caralho
vai-te mas é foder, pá
olha, olha,
falas de boca cheia, caralho.
"