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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Declaração de voto

Disclaimer: Se me perguntam em quem vou votar, a resposta é simples. Em ninguém, eu não sou sócio.


Mas vou explicar em quem votaria. Vieira, Rangel ou Branco?

Nunca gostei do Vieira. E não é de agora. Não gostava quando ele esteve com Vilarinho, e menos gostei quando subiu a Presidente. Juntando a isso o facto de não ter então rendimentos próprios, e lá arranjei a "desculpa" para não me tornar sócio. Pelo Rangel tenho alguma simpatia pessoal, gosto de o ouvir, e considero-o uma pessoa de valores. Contudo, sendo Juiz, diria que lhe pode faltar alguma aptidão para os problemas do mundo real. Espero estar enganado.

Analisemos a situação financeira atual. Tendo em consideração que o passivo financeiro consolidado da SAD era, no final do ano passado, cerca de 255 milhões de euros, não considero um valor alarmante, mas sim preocupante. Alarmante é o facto do último empréstimo que a SAD obteve ter sido junto da Investec, de 20.000.000€, ter uma taxa de juro de 10,35%. Qualquer pessoa que veja este número compreende imediatamente por que razão o Javi Garcia e o Witsel foram vendidos.

Aqui devo um elogio ao Vieira: gostei, sinceramente, quando ouvi os jornais referirem que o Witsel só foi vendido depois da saída de Hulk. Para mim isso é defender o Benfica! Os mais puristas podem criticar-me, mas a luta é com o FC Porto, pelo que em algumas decisões devemos ter o rival em consideração (relembrando que um encaixe - venda de Javi Garcia - já estava garantido).

Este é um dos pontos que mais me preocupa em Rangel. Que pouco percebe de gestão já se percebeu - se o Vieira não consegue acertar nos números do passivo, o Rangel ainda mete mais os pés pelas mãos! Ouvi a entrevista de Fernando Tavares, o seu vice, à BolaTV e mostrou ter conhecimento da situação. Contudo, e é isto que mais apreensivo me deixa nesta lista, não explicam como descer o passivo, que é um dos objectivos que têm, ou os seu parceiros financeiros / alternativas de financiamento.

É que isto de brincar aos clubes de futebol /empresas, convém ter estas coisas acauteladas, senão levamos um murro nos tomates daqueles que deixam a nossa virilidade ao nível de um Cláudio Ramos. Resumindo, apesar de alguma vantagem do LFV neste campo, este último empréstimo a 10,35% não deixa boas perspectivas (e isto sem contar com o nosso desconhecimento da restante parte do Grupo Benfica, que não está consolidado).

A nível desportivo temos novamente uma ligeira vantagem para o Vieira. Já conhece, e já sabe mexer-se. Posso não concordar com o JJ, mas tenho de respeitar porque não é uma presunção do Vieira de que percebe mais que os outros, é simplesmente uma aposta dele, certamente melhor que os Camachos, Sr. Koeman, Souness e afins. Há uma ressalva: não consigo compreender o apoio ao Nando das Facturas e os camiões de jogadores, por exemplo. Contudo, neste aspecto, acho que o Programa do Rangel apenas refere um conjunto de lugares-comuns. E, claro, faltam-lhe os 10 anos de estaleca que o LFV já tem.

Finalmente, peguemos num último aspecto relevante: o carácter. Nisso, meus amigos, 15-0!! Não suporto o Vieira. Desde a não existência de debates, negócios que fez à custa do Benfica, à choradeira de há alguns anos nas televisões... bardamerda para o gajo! Mas há uma coisa em que o Rangel me deixa inquieto. Tenho medo que tenha um respeito pelos também juízes, mas das partidas, que eles não merecem. Se for para criticar, não quero que ele se cale. Nem com os árbitros, nem com toda a sujidade do nosso futebol. E tem de ser forte, que já sabemos, "os interesses instalados" são complicados de combater nesta sociedade.

Pesando os vários aspectos, o meu voto iria para o Rangel.

Porque gosto dos seus valores e porque teria um Vice-Presidente de qualidade. Mas com uma ressalva. Na eventualidade das votações estarem equilibradas, provavelmente votaria em branco, por, praticamente, não ter visto ideias concretas da Lista B. Confusos? Isto é como votar no BE ou no PCP. Até podemos votar neles. Mas isso é até ao momento em que eles podem subir ao poder. Aí, cautela!

Carrega Benfica!!


PS. Como os meus posts têm sempre uma imagem, e apesar de um elemento feminino ser sempre melhor, esta também se adequa.




E prometo que me vou tornar sócio do Glorioso depois das eleições, ouviste Isaías? :D

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Os apoios (breve lição de Engenharia eleitoral)


Hoje trago-vos uma pequena lição de Engenharia. Nada de especial, apenas umas noções básicas de Estática.
Vou falar-vos da importância dos apoios na estabilidade de uma estrutura, tanto no número, como na distribuição. Quem fala numa estrutura, fala também… numa candidatura à Presidência do Sport Lisboa e Benfica.

Consideremos então a mais simples das estruturas: uma viga. Uma estrutura pode ser classificada de hipostática, isostática, ou hiperestática:



Uma estrutura hipostática não possui equilíbrio estático, não é estável porque lhe faltam apoios.
Este é o caso da candidatura de Rui Rangel. O Juiz Desembargador apresentou um projecto, um programa eleitoral com ideias, uma voz com conhecimento do que é o Benfica e dos seus valores, uma lista só com benfiquistas (não devia ser grande coisa, mas neste caso é importante sublinhar) e porém, não consegue mobilizar apoios para a sua candidatura.

No polo oposto está a estrutura hiperestática, uma estrutura com um número de apoios superior ao necessário para garantir o equilíbrio. Ou não.
É fácil perceber que falo da candidatura de Luís Filipe Vieira. O actual Presidente do Benfica apresenta uma candidatura como uma Comissão de Honra mais extensa que as páginas amarelas. Uma lista de apoios que parece dividir os benfiquistas de primeira e de segunda categoria, mas que mais não serve senão para distrair o eleitorado da falta de ideias para mais um mandato.

Não há ideias (tirando aquelas copiadas do adversário, valha-nos isso) porque o que nos espera é mais do mesmo. 4 anos de mais do mesmo.
É isso que estes benfiquistas “de Honra” querem? Não. O que eles querem sei eu muito bem: aliar-se ao cavalo que será (previsivelmente) vencedor, juntar-se à candidatura hiperestática e tirar os privilégios disso mesmo; oblívios da gestão tantas vezes danosa que esta Direcção tem praticado no Benfica. E sim, aqui incluo muitas vacas sagradas que agora mostraram ao que vêm. Mas isso fica para outro texto.

Entre os benfiquistas “de Honra”, LFV apresenta também apoios solenes de várias figuras importantes dentro e fora do desporto.
Primeiro, a brigada de Jorge Mendes, que entrou em toda a força. Desde os ex-jogadores do Benfica (por quem tenho enorme carinho), como o Fabinho e o miúdo David, que saíram aparentemente crispados, mas que agora adoram o Presidente; passando por Mourinho e Scolari, que acham que ele tem feito um magnífico trabalho.
Ora bem. Eu adoro o Fabinho e o miúdo David, admiro imenso o Mourinho (“somente” o melhor treinador do Mundo) e acho que o Scolari foi o melhor Seleccionador que lá tivemos desde o Humberto Coelho. Mas o que é a mim, como benfiquista, me interessa a opinião de gente que se está a marimbar para o Benfica e que é apenas de quem lhe paga mais?! A sério, o que é isto nos interessa?
A nós, nada. Mas a Jorge Mendes é capaz de interessar, manter uma posição privilegiada no Benfica.

Depois, o Manuel Alegre, poeta sonhador, grande defensor da Democracia.
Sr. Alegre, você já olhou para o que se passa no Benfica? A vergonhosa alteração dos estatutos? Os requisitos ultra-restritivos que afastam qualquer potencial concorrência a LFV (incluindo o próprio)? A distribuição ultrajante do número de votos, incluindo o caciquismo com as Casas do Benfica? A ausência, por recusa do actual Presidente, de um debate de ideias? Em suma, a completa alienação da democracia no Sport Lisboa e Benfica?
Ou nada disto interessa, quando falamos do Benfica?

Falta falar, obviamente, do grande trunfo eleitoral de LFV: José Eduardo Moniz. Outrora grande crítico da gestão de Vieira, apelidado por este de “mau benfiquista”, apresenta-se agora como 2ª voz (ou será 1ª?) de poder no Benfica. E aqui basta ouvir duas ou três das suas intervenções para se perceber o quão alienado estava do Benfica e o que é, literalmente, um paraquedista.  Um daqueles que LFV tanto gosta de falar.

Aqui é que está o problema. São muitos apoios para segurar uma estrutura que pareceu tremer à chegada da primeira voz credível de oposição. Por isso, tenho aqui que introduzir uma outra noção, relativamente ao equilíbrio de uma estrutura: a das ligações mal distribuídas.


Uma estrutura pode ter mais apoios que aqueles necessários para garantir o equilíbrio e mesmo assim ser hipostática.
A candidatura de LFV é isto: um caso de ligações mal distribuídas. LFV e Moniz são 2 galos para o mesmo poleiro; 2 vozes que vão chocar e que vão fazer abanar a estrutura do Benfica.
E isto, quando falamos de pessoas com o ego de LFV e de Moniz, mais dia, menos dia, vai fazer implodir esta estrutura. E aí, não há apoios que resistam.

Faltou-me falar da estrutura isostática, estrutura detentora do número de apoios estritamente necessários para assegurar a sua estabilidade. É só isto que eu quero para o Benfica.
Será pedir muito?

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Rui Rangel: "Benfica aos benfiquistas"

Fui à apresentação da candidatura do Juiz Rui Rangel e, confesso, gostei do que ouvi. Como qualquer homem, com as suas convicções, que vai a uma palestra onde as palavras do orador estão em constante pingue-pongue com os sinais processados pelo seu cérebro; confesso que gostei do que ouvi.



A palavra de ordem da apresentação foi da devolução do “Benfica aos benfiquistas”. E meus amigos, a minha opinião é que a devolução do Sport Lisboa e Benfica, a quem realmente o ama, é um projecto para ontem. “Profissionais”? “Benfiquista sou eu e mais 10 ou 20”? É para ontem acabar com esta vergonha.

A verdade é que o Benfica, neste momento, segundo palavras de Pragal Colaço (comentador da Benfica TV e apoiante de LFV), é uma grande empresa. De um clube que faz negócios, o Benfica passou a ser, em si mesmo, um negócio. Sem se aperceber, Pragal Colaço ao tentar exaltar os feitos de Vieira, borrou a pintura.
Rangel tocou aqui na ferida ao exclamar que “o Benfica faz negócios, não é um negócio.”

O sinal que foi dado na AG (curiosamente, é exactamente nestes termos que Ribeiro e Castro se refere à AG: “um sinal” de descontentamento) foi lido com astúcia por Rui Rangel e seus pares. Há 3 anos formaram o Benfica Vencer Vencer, onde congregaram uma série de vozes discordantes à vigência de LFV. Desde então, uma das vozes mais proeminentes desse movimento - José Eduardo Moniz - juntou-se a LFV, valendo-lhe um cargo como Vice-Presidente do clube e, quem sabe, uma preparação para uma sucessão dinástica, à semelhança do que vemos do outro lado da estrada.

Da minha parte, sucessões dinásticas e cooptações? Não, obrigado.

Na altura, a manobra de antecipação das eleições por LFV encurtou o espaço ao movimento e não houve candidato. Depois, uma massa associativa ainda crente em LFV dar-lhe-ia uma esmagadora maioria nas eleições. Desse movimento, sobrou um benfiquista que agora dá a cara contra LFV: Rui Rangel.

Esclareço desde já que fui hoje ao Sheraton com mais dúvidas que certezas. A ideia de ver, finalmente, LFV desafiado por toda a borrada que tem feito nos últimos anos no Benfica (salvaguardando todas as coisas boas que, sem dúvida, também fez) era apelativa. Mas será que o candidato adversário iria surgir com o discurso correcto? Com as palavras que eu queria eu ouvir, sem demagogia e populismo? Assim foi.
Prometida está uma abordagem diferente ao Benfica.

Rangel surgiu no Sheraton maioritariamente bem acompanhado, ao lado de grandes benfiquistas que gostei de ver, como Ribeiro e Castro e Fernando Tavares. Digo maioritariamente, porque também lá estava José Veiga, confome suspeitava. Mas a sessão era aberta a todos e o seu nome não foi lido aquando do anúncio da lista para os órgãos sociais do clube. De resto, não simpatizo com a sua figura e preferia vê-lo longe de uma candidatura que me parece ser composta por benfiquistas. Daqueles que nunca foram sócios doutros clubes rivais.

Agora deixo aqui alguns excertos (de cabeça, por isso não esperem rigor milimétrico) do discurso e das ideias de Rangel ( o programa foi distribuído na sala e está disponível, para quem quiser ler, na sua página do Facebook).

Sobre LFV, Rangel mostrou garras afiadas e deu algumas alfinetadas, nomeadamente à estranha presença de Moniz na sua lista.
"Uma Direcção que anda há 10 anos a dizer 'agora é que vai ser, agora é que vai acontecer'."
"Mandato de mais 4 anos, para quê? Acabar um projecto que não existe?"
"Uma liderança mais fraca, porque agora é a duas cabeças."
"Rei fraco faz fraca forte gente."

Sobre as acusações de LFV, de ser um "aventureiro":
"Aventureiros são aqueles que apostam sempre no cavalo errado para a Liga e a Federação, retirando o tapete à candidatura de um benfiquista e depois convidando-o para a sua comissão de honra.”

Sobre os sócios:
“Nos últimos 10 anos, os sócios deram um capital de confiança único e paz. Deram condições para se criar uma equipa ganhadora. Não foram os sócios que falharam.” 

Sobre a sua ideia para o clube:
"Uma equipa ganhadora, de vitórias, e não uma empresa de compra e venda de jogadores."
"Não haverá anúncios de novas contratações na candidatura, nem sequer há espaço para a discussão desse assunto."

Jesus é o treinador do Benfica e conta com o apoio de Rangel ("as eleições são para a presidência e não para treinador"), contando que faça um trabalho à altura dos pergaminhos do clube.

Rangel confirmou que existiu uma reunião com Vieira (a tal que, alegadamente, serviria para demover o Juiz a se candidatar), mas por respeito ao Presidente, não revelou o seu conteúdo.

Também falou na importância da negociação dos direitos televisivos e na importância de saber se, afinal, neste momento há ou não há acordo com a Olivedesportos. Rangel quer conhecer os dossiers e vai pedi-los à Direcção. Espero que a tão propalada transparência de LFV venha aqui ao de cima.

De lamentar, a ausência dos órgãos oficiais de imprensa do clube, nomeadamente do jornal “O Benfica” e da Benfica TV. Aquando do período para perguntas da imprensa, estes foram os primeiros a serem chamados (obviamente que a equipa de Rangel já sabia que ninguém se encontrava na sala) e
foi uma chapada de luva branca a uma acção, a meu ver, lamentável da imprensa do nosso clube.
Eu sei, a explicação é “não fazer qualquer cobertura, de modo a não tomar qualquer partido”. Nada mais falso. Ao não participarem de um evento tão importante na vida de um clube como as eleições para os seus órgãos sociais, estão apenas a anular o princípio do contraditório.
Sim, porque a julgar pela lastimável capa do jornal “O Benfica” de há umas semanas (que dizia "Atenção detractores") a posição da actual Direcção está bem resguardada.


Acima de tudo, Rangel pediu elevação no debate para as eleições do clube e é isso que eu espero também.
A minha opinião é que se Rui Rangel conseguir levar Luís Filipe Vieira a um (prevejo histórico) debate televisivo, a intenção de voto dos benfiquistas pode, efectivamente, mudar. LFV sabe disso e julgo que vai evitar até onde puder, o confronto directo com Rangel.
(Quem sabe, até, enviar Moniz no seu lugar?)

Entretanto, Vieira lá vai continuando a sua campanha de demagogia, invocando mais uma vez o fantasma de Vale e Azevedo. Mais uma vez se esquece que o Sport Lisboa e Benfica é um clube com mais de 100 anos e não com 10.
O mesmo discurso, ano após ano, já cansa. Vale-lhe (pun intended) o facto de saber que os senhores dos 50 votos ficaram tão traumatizados com Vale e Azevedo, que tudo o que lhes pareça menos mau e já experimentado, seja melhor que o regresso do fantasma.
Vamos elevar o discurso, por favor, Sr. Presidente? Obrigado.

Que comece o debate, elevado, sobre o Benfica. Que haja ideias de parte a parte e que no fim, ganhe o Sport Lisboa e Benfica.


(EDIT: afinal parece que a Benfica TV esteve na apresentação das listas de LFV. Nem preciso dizer mais nada...)

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Caso Luisão, a "Justiça" (e Rui Rangel)

Eu sei que já passou. Luisão foi condenado a dois meses. Foi pacífico, ponto final. Mas há uma coisa que não consigo compreender. Não consigo compreender como as pessoas defendem ou sequer aceitam este castigo ao Luisão. Ou melhor, não compreendo como um benfiquista, um sportinguista ou um democrata o podem defender, exceptuando por falta de conhecimento. E excluo portistas, porque continuam a ignorar as escutas que efectivamente existiram mas foram consideradas inválidas em Tribunal.

Digo este castigo porquê? Porque o Luisão foi condenado por agressão, simples para os especialistas. No entanto, uma das premissas para a agressão é a existência de vontade ou intenção de prejudicar ou lesar outro (até a Wikipedia sabe disso!). O Juiz Desembargador Rui Rangel explicou isto incomparavelmente melhor que eu há semanas atrás.

Luisão lesou a integridade física do árbitro. Mas não agrediu. Que errou sabe ele e sabe qualquer benfiquista. Que merece ser castigado por isso, não há dúvida. Mas deve ser castigado pelo que fez, e não pelo que não fez. Assim se faria Justiça.

Em Portugal criticam-se os políticos e os poderosos, deveriam ser todos presos! Mas o que realmente se vê é que a Justiça é muito boa até chegar ao meu partido, à minha cidade, ao meu clube. Aí já não se pode tocar!

No meio disto tudo também não compreendi porque razão a Direcção do Benfica não recorreu do castigo, não se insurgiu contra o mesmo, ao contrário do novel potencial candidado à Presidência. Nem como no passado, por exemplo quando o Deco atirou de forma deliberada a chuteira contra o árbitro Paulo Paraty, teve um castigo de 2 jogos. Mas eu não percebo muita coisa!

PS. Esta forma de actuar da Justiça Desportiva tem feito escola. No caso Hulk, e não estando explicitamente definido, o stewart foi considerado agente de recinto desportivo. Após recurso, foi considerado público (isto só pode ter feito sentido para quem quis baixar a pena...). Naturalmente o enquadramento penal é completamente diferente. E no final lá surgiram as virgens ofendidas e fomos campeões por causa do tunel.



terça-feira, 9 de outubro de 2012

Rangel



E eis que, afinal, não vai ser uma corrida a solo. Na pista 2, parece agora surgir o Juiz Rui Rangel, que se oporá a Luís Filipe Vieira.

Que comece o debate em prol do Sport Lisboa e Benfica.