Mostrar mensagens com a etiqueta paineleiros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta paineleiros. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

As diferenças entre o Rui Santos e a Alessandra Ambrosio.


          Ponto prévio: Devem olhar para as fotografias e identificar as diferenças.






         Durante anos, ouvi comentários depreciativos sobre as mulheres e os seus conhecimentos futebolísticos Como apreciador de mulheres e de futebol sempre me incomodaram os escólios nesse sentido. Um clássico era: "Vens falar de futebol? Uma mulher nem sabe explicar um fora-de-jogo!!"

          Ora, esta semana caiu um mito. Mesmo que não saibam explicar o que é um fora-de-jogo (o que sei que é, cada vez mais, raro), não se preocupem. Porque uma pessoa, do sexo masculino, que é paga para falar e analisar o desporto, não conhece a regra.



            O resultado é hilariante. Mas se calhar, colocar pessoas a comentar assuntos que não dominam, é uma técnica da SIC para aumentar audiências. Mulheres unam-se e não permitam que vos tornem a dirigir a frase, supra referenciada. É que uma coisa é insinuarem que não percebem nada de futebol, outra, completamente diferente, é considerarem que são vocês são parecidas com o Rui Santos.Aliás, talvez seja a altura de lançar uma petição intitulada: "Pela competência na TV".

            Agora vou voltar ao ponto prévio. Lembram-se das diferenças que detectaram nas fotografias??
            Muito bem. Podem adicionar mais uma diferença. É que pelas imagens, aposto que a Alessandra Ambrosio sabe o que é um fora-de-jogo.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

"Qualquer treinador que vá para o Benfica, arrisca-se sempre a ser campeão."


Esta frase foi proferida pelo grande Mário Wilson, na década de 70. De facto, entre 1960 e 1979, Sport Lisboa e Benfica sagrou-se campeão por treze ocasiões. Sendo um total dominador do futebol português e do futebol internacional.
A actual Direcção convenceu-se, após os últimos seis anos, porque o Benfica voltou a ser o clube mais vitorioso em Portugal e com melhores resultados nas competições europeias (duas finais, uma meia-final e dois quartos-de-final), que a máxima introduzida pelo primeiro treinador português a vencer um campeonato pelo Benfica, na época de 75-76, seria novamente uma realidade.



 Hoje duvido que exista alguém na Direcção que não perceba que essa presunção foi um erro e não assuma, pelo menos, internamente que foi apressada. Não obstante, o trabalho brilhante em termos de infraestruturas, em termos da formação, nas modalidades e a maximização das receitas que são ímpares no nosso País e que sem dúvida permitem olhar para o panorama nacional e compreender que somos o clube com mais possibilidades e condições para voltar a dominar o futebol português, todos estes factores não são, por si, garantia de resultados e de títulos.
Num País dividido, desportivamente, entre benfiquistas e anti-benfiquistas, com três jornais desportivos e com programas opinativos sobre desporto a ritmo diário, vencer um campeonato pelo Benfica é dificílimo, porque é muito mais fácil errar, ainda que inconscientemente, a favor dos nossos rivais do que a nosso favor. Por vezes, basta criar uma mera aparência de favorecimento ao Benfica, para que a mesma goze de um mediatismo e de um tempo de antena, susceptível de condicionar as "pessoas certas" e de influenciar os mais incautos. Veja-se a nuvem de fumo, criada pela caixa do Eusébio (que, por sinal, continua a ser vendida a um ritmo impressionante, muito obrigado! E atenção que, se aproxima o Natal, e os anti-benfiquistas vão adorar receber uma, para brincarem com ela e sentirem-se os maiores nas "conversas de café. Por isso, façam-lhes a vontade).


Analisemos, também, as vitórias nos últimos quatro campeonatos e o que foi dito e repetido pelos anti-benfiquistas, nos seus “púlpitos” semanais, para percebermos o que digo:

2004 – 2005 – Como vencemos? “Estorilgate! Por causa, do jogo com o Estoril no estádio do Algarve.” Algo que, vemos comummente acontecer em Portugal, sobretudo desde 2004, fruto da construção dos estádios que foram construídos para o Euro e que, quer queiramos quer não, é uma opção perfeitamente racional por parte das Direcções dos clubes mais pequenos.

2009 – 2010 – Como vencemos? “Graças, ao caso do túnel da Luz.” Ou seja, o castigo de atletas do Porto, que pelos mesmos factos foram condenados nos tribunais judiciais.

2013 – 2014 e 2014 – 2015 – Como vencemos? “Devido ao apoio da arbitragem, o colinho." Ou seja, como não existe nenhum facto ou erro escandaloso em nosso benefício, criou-se essa figura indeterminada sem qualquer substância material. Uma coisa posso garantir, nós nunca vencemos um campeonato fruto de um golo marcado em posição irregular no jogo decisivo ou com uma falta cometida fora da área, transformada em penalty, na última jornada, que para tornar as coisas mais interessantes, foi disputada contra um clube, cujo treinador e melhor jogador estavam contratados para a época seguinte e que iria jogar as competições europeias no nosso estádio…
Conclusão, nós nunca vencemos com mérito! Basta, ainda, verificarmos o “barulho” que surge sempre que existe um erro de arbitragem que nos favorece, em comparação com os erros que beneficiam os nossos rivais. Ainda esta semana, atente-se ao silêncio do Sporting, acerca dos erros cometidos por Jorge Sousa no domingo e na segunda-feira e o silêncio do Porto acerca dos erros que beneficiaram o Sporting, pelo menos contra o Tondela, o Estoril e o Arouca. Será que assistiríamos a este silêncio se tais lances favorecessem o Benfica? (A esta nem respondo, porque é uma pergunta de retórica).

http://hojenaoquejogaobenfica.blogspot.pt/2015/12/marcano-e-jorge-sousa-apresentam-dois.html

Esta é a realidade que nos permite ser o clube que reúne mais atenção mediática e que nos possibilita negócios como o da NOS. Pois, uns querem ver e vibrar com as vitórias e outros têm de estar sempre informados, ao detalhe, para analisar e escalpelizar os nossos sucessos ou vibrarem com os nossos insucessos.
Uma coisa é certa, em treze jogos deste campeonato, o brocardo popular, de que “os clubes grandes são sempre os mais beneficiados no campeonato” não se aplica ao Benfica. Não nos podem acusar de ter qualquer ponto a mais ou imerecido. E, ainda bem, porque sou a favor de uma Liga com o mínimo de erros e porque sei que, basta um jogo para que os anti-benfiquistas façam disso um cavalo de batalha e o estandarte de uma conspiração que tem como intuito tornar o Benfica tricampeão.



Relativamente, ao Rui Vitória não embarco nas críticas que põem em causa a sua competência, enquanto treinador e profissional. Uma coisa é ser um mau profissional, outra, completamente diferente é estar preparado para desempenhar a profissão sob todas as condições. Rui Vitória tem de ser um bom treinador de futebol. Caso contrário, não teria conseguido subir a pulso e com resultados (subidas de divisão, conquista da taça de portugal e qualificações para as competições europeias com uma equipa com orçamento baixíssimo e pejada de jovens) e, já este ano, com a qualificação para os oitavos de final da Champions. No entanto, a análise pessoal que faço é que, possivelmente, não estava preparado para assumir a responsabilidade de ser treinador do maior clube português e os desafios daí decorrentes que têm de ser superados, de forma que se possa conquistar uma prova de consistência, como é o campeonato. De nada serve termos o melhor ataque do campeonato e depois ficar em branco em vários desafios…
As dificuldades irrefragáveis da equipa nos jogos com equipas que jogam muito fechadas e que recorrem ao anti-jogo, algo que é recorrente no futebol português e, infelizmente, demasiado valorizado, são por demais evidentes. A derrota com o Arouca, o empate com a União e, por exemplo, a vitória suadíssima contra o Moreirense ilustram essas dificuldades. Este é um “problema” que o Rui Vitória e sua equipa técnica nunca tinham enfrentado nas suas carreiras, que acresce à pressão de vencer todos os jogos e de substituir um treinador com grandes competências técnicas, que vinha da conquista do bicampeonato e, que para piorar (algo que, não foi previsto pela Direcção) foi para o nosso rival, facto que tem como consequência a inevitabilidade das comparações. Paulo Fonseca, que agora novamente é elogiadíssimo, também falhou no Porto em condições similares. Falta de qualidade? Não. Impreparação para o desafio que lhe foi colocado? Naquele momento, sim.


Rui Vitória tem de aprender, evoluir e encontrar soluções rápidas para superar estes desafios, a sua continuidade no Benfica depende disso. O seu antecessor esteve três anos consecutivos sem ganhar o campeonato, mas manteve-se no seu posto, porque, apesar do insucesso nessas épocas (sempre possível em desporto), era visível que o desfecho poderia ter sido diferente. A qualidade demonstrada permitiu-lhe ganhar esse tempo e terminar um ciclo de forma vitoriosa, assente nas condições que o clube lhe proporcionou. O tempo conquista-se e o de Rui Vitória irá esgotar-se, com muita pena minha, se o que aconteceu com a União da Madeira ocorrer mais vezes até ao final da época.

A conclusão que retiro é a seguinte, infelizmente, nem todos os treinadores que vão para o Benfica, arriscam-se, para já, a ser campeões, mas, a caminhada do Jesus no Sporting demonstra também as razões que levaram a Direcção a mudar de rumo. É um grande treinador para o campeonato nacional, mas a luta pelo título de campeão tem custos muito altos, não conseguiu aceder à fase de grupos da Champions (algo que dificultou e muito o projecto do seu actual clube, apesar de ninguém o admitir para já), passou por dificuldades no grupo na Liga Europa (fase da competição que, por exemplo, para o Sporting de Braga foi um passeio e com uma derrota por 3- 0, "patrocinada" por um colosso albanês), mais uma vez, foi eliminado nos oitavos-de-final da taça e, novamente, pelo seu némesis o Braga e continua com uma dificuldade em aproveitar os jovens talentos dos clubes, veja-se que o Sporting pedia 10 milhões de euros pelo Carlos Mané e que Tobias Figueiredo era titular da equipa A e que estes, neste momento, nem sequer são opção, e a aposta em Gelson e Matheus, apenas ocorre por absoluta necessidade, caso tivesse Carrillo tudo seria diferente e, a partir de Janeiro, com Bruno César e Schelloto a utilização dos dois jovens irá diminuir drasticamente.
Não tenho dúvidas que Jesus é um grande treinador e que estaríamos melhor, esta época, no campeonato com ele ao leme da equipa, mas, uma coisa é certa, pode não ser fácil, mas é possível encontrarmos treinador melhor tecnicamente e com maior capacidade para potenciar o novo paradigma do clube, sem que haja sacrifício dos resultados. Afinal, mesmo quando estava no Benfica, vários treinadores foram capazes de lhe proporcionar brilhantes banhos tácticos…



P.S: Infelizmente, a máxima que se aplicava ao Benfica nos anos 70, actualmente, com foi apanágio nas últimas décadas, continua a aplicar-se ao Porto. Só assim se explica, que o Lopetegui, que nem já os próprios adeptos ilude, se arrisque a ser campeão.





Se bem que, alguém que considera não ser afortunado nos sorteios, depois jogar com o Varzim, o Angrense e o Feirense para a taça de Portugal, também tem toda a legitimidade para considerar que o Porto é uma vítima das arbitragens e que essa é a génese do seu insucesso...

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Vamos manter o foco no primordial!



          Semana de folclore e lamaçal. Alimentada por tochas e incendiários. Confesso que, fico feliz por os benfiquistas serem mais exigentes com o comportamento dos nossos adeptos e sócios, do que outros com as suas, mais importantes, figuras institucionais.


          Mas não olvidemos o essencial. Em primeiro lugar, o nosso último jogo e exibição, que se pautou por uma vitória num terreno complicado, que muito prestigiou o futebol português, e, em segundo lugar, a afirmação inequívoca de dois jovens da formação: Nélson Semedo e Gonçalo Guedes.



              Agora é tempo de focar no primordial e continuar a evoluir nos resultados e exibições! Rumo ao 35.º!! 







     

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

O comentário desportivo mais acertado dos últimos anos!





         Quem conhece sportinguistas sabe que é verdade! E quando perderem, claro que, a culpa vai ser da equipa de arbitragem...



quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Bela discussão entre o Manuel Serrão e o Eduardo Barroso!


        É tão bom sinal quando, um sócio do Porto e um sócio do Sporting, começam a discutir sobre quem fica em segundo e quem é que ganha menos!




     
 P.s: Peço desculpa pela qualidade do vídeo, sou mesmo fraquinho nas novas tecnologias. Mas também não se perde muito, penso que ninguém vive obcecado pelas caras do Manuel Serrão e do Eduardo Barroso em HD...



sábado, 19 de abril de 2014

Miguel Rosa, o “caso” que não passa de uma ilusão!


Resolvi antecipar-me, estou convicto que, hoje e durante a semana, muitos "paineleiros" e adeptos dos nossos rivais vão repetir até à exaustão que o Benfica condicionou a utilização do Miguel Rosa. A minha convicção prende-se com a conquista do título neste fim-de-semana. Numa época em que, pouco mais há a apontar que um fora-de-jogo mal assinalado (curiosamente no Restelo) que favoreceu o Benfica. E também porque não ficarei admirado, caso o Sporting não vença no Restelo e o Miguel Rosa faça uma excelente exibição nesse jogo.


Aliás, o Dr. Eduardo Barroso nas suas, “sempre lúcidas”, crónicas tem mencionado este tema habitualmente.
 A crónica (a.k.a. elencar de pretextos fantasiosos e conspirativos que visam a tentativa, impossível, de desculpar mais uma época sem qualquer título conquistado) desta semana não foi excepção. Teve como título: “Acho estranho tantos e exagerados elogios ao Benfica.” e foi publicada, precisamente, no dia da segunda mão da Taça de Portugal. Mais uma vez, o excelente timing, a sapiência e a cultura desportiva do Dr. Eduardo Barroso vieram ao cima como azeite… Espero que, depois de uma vitória, sem golos irregulares, por 3-1 e a jogar com dez jogadores durante mais de sessenta minutos, o Dr. compreenda os elogios à melhor equipa portuguesa (se não compreender aconselho-o a visionar, mais uma vez, o último Benfica x Sporting…).



É verdade que o Miguel Rosa esta época não defrontou o Benfica, no entanto, não existe qualquer caso, até porque a questão foi explicada pela SAD do Belenenses. Contudo, continuam a ser levantadas suspeitas infundadas. O que apenas posso compreender que aconteça: por má-fé de quem escreve e opina na comunicação social ou, então, por simples ignorância.
Posto isto, vou elencar as razões que demonstram que o “caso” Miguel Rosa é uma ilusão e um pretexto para não reconhecer a superioridade do Sport Lisboa e Benfica, durante a época 2013/2014.

1.º - Em primeiro lugar, convém compreender as especificidades contratuais e jurídicas ligadas a um atleta profissional. Simultaneamente, são trabalhadores e activos dos clubes. O que gera na esfera, em princípio, do clube, a existência de direitos desportivos e direitos económicos sobre os mesmos. Talvez, fosse conveniente a muitos jornalistas desportivos, no desempenho da sua profissão, compreender este facto.

2.º - Possivelmente, devido às notícias que surgiram nas épocas anteriores sobre o número elevado de futebolistas ligados contratualmente ao Benfica, a direcção optou por cessar (revogação) contratos de trabalho com vários atletas, em detrimento das clássicas cedências (ou seja, a Direcção abdicou dos direitos desportivos). Esses atletas, posteriormente, assinaram por outros clubes, que detém a totalidade dos seus direitos desportivos. No entanto, o Benfica não abdicou da totalidade dos direitos económicos sobre esses atletas, sendo que apenas a sua minoria pertence aos, actuais, clubes empregadores.

3.º - Aqui vai uma lista, que não é exaustiva:
Gil Vicente: Luís Martins e Pimenta.
Nacional: Djaniny.
Rio Ave: Diego Lopes e Roderick.
Belenenses: Miguel Rosa.
Arouca: David Simão e Nuno Coelho.

4.º - É um facto indesmentível que, todos estes jogadores foram utilizados contra o Benfica. Aliás o David Simão (12.ª Jornada) e o Djaniny (23.ª Jornada) até marcaram golos contra o nosso clube. Como é irrefragável, nada justificaria um tratamento diferenciado do Benfica, aquando da negociação entre o Miguel Rosa e o Belenenses e todos os restantes casos.

5.º - É também incontestável que, o Miguel Rosa não foi utilizado contra o Benfica, na 6.ª Jornada e na 21.ª Jornada. Mas se formos sérios, também verificamos que o Miguel não foi convocado contra o Porto (empate 1 – 1, no Restelo), na 9.ª Jornada e também contra o Sporting (derrota por 3 – 0, naquele jogo desbloqueado pelo penalty mais ridículo dos últimos vinte anos, aí se fosse o Benfica…), na 13.ª Jornada.





6.º - Ou seja, o tratamento foi igual nos jogos contra os grandes, o que atesta o que foi declarado pela SAD do Belenenses. A política da SAD passa por utilizar nesses desafios, os seus trabalhadores dos quais são titulares da totalidade dos direitos económicos, tentando beneficiar ao máximo da maior mediatização desses jogos.
 O que poderá facilitar uma futura transferência desses atletas, que será, em tese, sempre mais lucrativa e interessante do que a transferência do Miguel Rosa, visto que, apenas são titulares de 10% dos seus direitos económicos.

7.º - Esta política alterou-se porque o Belenenses começou a “ficar com a corda na garganta”. Numa fase da época  em que, o Belenenses está em luta acesa pela manutenção, não tem outra alternativa que não seja colocar em campo os melhores jogadores. E, por isso e só por isso, não podem abdicar do Miguel Rosa contra o Sporting na antepenúltima jornada do campeonato nacional.

            Em conclusão, se quiserem “chorar” ou arranjar desculpas não mencionem esta, têm de ser mais originais… Este ano, parece-me que não têm outra alternativa, vão ter mesmo de aceitar a derrota como homenzinhos! J

 RUMO AO 33.º!!


quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Maxi vs Piris, o lateral direito intransponível!


Tomei conhecimento que foi realizado, durante a semana, um inquérito entre adeptos do Sporting, com o intuito de eleger o maior vilão de sempre.
            Ora, o nosso blog já teve acesso aos resultados, que passo a indicar:

5.º Lugar: Jason 3%


4.º Lugar: Jigsaw  5%


3.º Lugar: Darth Vader 12%


2.º Lugar: Freddy Krueger  19%

                                                       













1.º Lugar: Maxi Pereira   61%


             Sinceramente, acho que é uma tremenda injustiça. Primeiro, porque, mesmo com a verruga, o Maxi não tem um aspecto tão assustador como os seus concorrentes directos. Segundo, desconheço que, alguma vez, tenha elaborado um plano para conquistar a galáxia e terceiro, não me parece que tenha nascido para “assassino”, por muito que isso contrarie a opinião generalizada. Mas, os Sportinguistas e a generalidade dos comentadores e jornalistas desportivos sonham, ou melhor têm pesadelos, com ele. Nos últimos dias, só faltou culparem o Maxi pelo conflito na Síria... Mas até à próxima jornada ainda há tempo. Pelo menos, anotem a ideía, sff!!!

             O que também está na moda na comunicação social e "paineleiros" dos programas televisivos são os elogios a qualquer acto de gestão do Sporting. Com o fecho do mercado, duas contratações estrondosas: Vítor, 29 anos, ex-Paços (a inteligência em enfraquecer um adversário directo) e Piris, 24 anos, defesa direito. O segundo jogador contratado para a posição, esta época, e o terceiro do plantel. E, como é do conhecimento comum, qualquer plantel que se preze deve ter três laterais direitos...

Sobre o segundo pouco sabia, além de, teóricamente, já ter estado nos planos do Benfica e de ser representado pelo empresário do Cardozo, Pedro Aldave. Mas, felizmente, a nossa comunicação social sempre atenta e conhecedora sabe mais...







        Afinal, o Piris é "famoso por travar Neymar" e, mais, o Piris era "o menino que lia o Neymar". Fiquei curioso e fui pesquisar. Encontrei este vídeo e fiquei maravilhado; não é que ele travou mesmo o Neymar?? Espectacular!! (pormenor, olhem o Cortez a defesa esquerdo, que posicionamento perfeito ahahah).




          E, olhem a maneira como ele o "lia"?? Já não via ninguém a ler tão bem, desde o momento em que os concorrentes da casa dos segredos tentaram ler George Orwell!!









            Aiiii se fosse o Maxi... É caso para dizer, quando os mesmos jornalistas que criticam o Maxi, elogiam o Piris desta maneira, "cada um acredita no que quiser..."