sexta-feira, 21 de abril de 2017

Mais uma final!!


A realidade demonstra que a discussão sobre a melhor formação em Portugal, é ,neste momento, completamente estéril.
Esta é a segunda final da Youth League em dois anos. E esta tendo como base uma equipa formada por juniores de primeiro ano, nascidos em 1999. O onze inicial foi constituído por cinco miúdos: João Filipe, José Gomes, Gedson, Florentino e João Félix, que no próximo ano ainda estão no mesmo escalão, mas claro, estarão a continuar somar minutos no futebol profissional, ao serviço da equipa B e no seu escalão a nível internacional.
             Agora têm mais uma hipótese de fazer história e conquistar este título, totalmente merecido para quem pensa a formação e prospecção do nosso clube. Sendo que, ficará a faltar o passo seguinte, que estes produtos da nossa formação possam envergar a camisola da equipa principal, pelo menos, quatro ou cinco épocas consecutivas. A bola está do lado da Direcção….
              PARABÉNS MIúDOS!





segunda-feira, 20 de março de 2017

Hoje é fácil louvar o João Carvalho, mas eu prefiro outra perspectiva!



          Hoje, de facto, seria fácil louvar o João Carvalho. Finalmente, muito benfiquistas foram apresentados à qualidade do segundo melhor jogador da geração "Renato".
          Como referi, há alguns meses, o João e o Rubén Dias estão preparados para fazer parte do plantel principal, na próxima época e espero, sinceramente, que isso aconteça.
          

http://hojenaoquejogaobenfica.blogspot.pt/2017_01_08_archive.html


         Todavia, do rescaldo da visita do Vitória de Setúbal resulta outra conclusão, que espero que seja feita pela "estrutura" do Sport Lisboa e Benfica. A qualidade do Bruno Varela.
          Desde o início da época que, somos confrontados com o suposto interesse do Sport Lisboa e Benfica, por jovens guarda-redes nacionais: André Moreira, Joel Pereira e Miguel Silva. Ora, o Bruno não é inferior a nenhum destes GR. É uma opção mais barata, é benfiquista, é um produto do Caixa Futebol Campus, com o qual o nosso presidente enche a boca em todas as suas entrevistas e aparições públicas. Pelo que, estranho o total silêncio, relativamente, ao possível regresso do Bruno, que está a fazer uma época tremenda no Vitória de Setúbal.




P.S: José Couceiro, esta época, eliminou o Sporting da Taça da Liga, tirou pontos ao Benfica e ao Porto e, pelo meio, tem trabalhado muito bem com jogadores jovens cedidos pelos grandes. É engraçado imaginar o que seria do nosso rival, se uma pessoa com tanto conhecimento sobre futebol tivesse sido eleito como presidente do Sporting... Enfim, ainda bem que assim não aconteceu!


quinta-feira, 16 de março de 2017

Será tão difícil replicar o efeito Soares?



           A luta pelo campeonato está intensa e a principal razão foi a aquisição pelo Porto, de um avançado brasileiro ao Vitória de Guimarães, Soares. Sem esta aquisição, já teríamos o tetra no bolso.
           Durante a primeira volta, dois avançados destacaram-se muitíssimo em equipas fora dos três grandes. Um foi o Soares, o outro o Whelton, do Paços de Ferreira. Um foi para o Porto, como se sabe, e o segundo esteve a um passo do Sporting.
          Agora, na semana do jogo com o Paços de Ferreira, fora de casa, ressurgem as notícias do interesse dos nossos rivais neste jogador. Como sempre é muito conveniente. De facto, qualidade não lhe falta... Fica à atenção de Rui Vitória e dos nossos jogadores esta semana e da nossa estrutura nos próximos meses.




         

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Os próximos - Made in Benfica


         A linha de montagem não vai parar. Estou convicto que o João Carvalho e o Rubén Dias na próximo época farão parte do plantel principal do Benfica. Ambos estarão com 20 anos, mas já com três épocas nas pernas de futebol sénior, sempre a brilhar na equipa B e na Youth League.












Créditos pelos vídeos: Eu Visto de Vermelho e Branco 





sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Conselho a portistas e sportinguistas: Vai ajudar se conseguirem libertar-se das palas!

Pala é um substantivo feminino que, na língua portuguesa, tem vários significados. Nomeadamente, e só para elencar um exemplo, refere-se a uma porção de tecido que é utilizada para tapar, totalmente ou parcialmente, a visão de uma pessoa ou animal, normalmente, mamíferos da família dos equídeos, menos corpulentos que os cavalos, embora com orelhas mais compridas.
       Curiosamente, pala é, ainda, uma expressão que, na gíria popular, significa: mentira, peta, embuste, invenção, engano…
       Ora, assim sendo, não há palavra que melhor descreva as reacções e comportamentos registados, após as eliminações do Porto e do Sporting na Taça da Liga (vulgo, cerveja ou Lucílio Baptista para os simpatizantes do Porto e Sporting), do que o vocábulo pala.



            Senão vejamos:

1.       O caso do Porto

O Futebol Clube do Porto foi eliminado, depois de ter conquistado, apenas, dois pontos nas primeiras jornadas da competição. Fruto de dois empates caseiros com o Belenenses e o Feirense. Consequentemente, teria de vencer na última jornada desta fase, o Moreirense fora de casa.
 Ora, eu se fosse adepto e sócio do Porto, ficaria chateado e apreensivo, primeiramente, com os jogadores, equipa técnica e direcção. Por não ter sido possível vencer dois jogos em casa, contra equipas, imensuravelmente, pior apetrechadas. Sentimento que aumentaria, se num desses jogos, a minha equipa tivesse jogado mais de quarenta e cinco minutos em superioridade numérica.


Ao contrário do que seria expectável, atendendo à diferença de orçamentos, a eliminação ocorreu após a equipa do Porto ter perdido por um golo de diferença, autoria do jovem emprestado pelo Sporting Clube de Portugal, Francisco Geraldes, aos 49 minutos de jogo.
Contudo, mesmo depois de três jogos miseráveis, contra equipas com menos argumentos, dois deles no seu próprio estádio e um deles em superioridade numérica, os seus responsáveis e representantes, oficiais e oficiosos, colocam a responsabilidade do sucedido na arbitragem, supostamente controlada pelo Sport Lisboa e Benfica.
O que despoleta a revolta é a expulsão de Danilo, aos 80 minutos de jogo. Vamos partir do princípio que de facto, o jogador não teve qualquer responsabilidade no embate com o árbitro e também que não teve nenhuma afirmação ou comentário grave e lesivo. Nesse momento, com dez minutos de jogo, o Porto, depois de 260 minutos paupérrimos na competição, teria de dar a volta ao jogo, teria de vencer. Mesmo considerando que existiu erro nesse lance (a expulsão do Brahimi, essa então, é claríssima) existe alguma razoabilidade em considerar que foi a arbitragem a responsável pela eliminação do clube?

http://www.zerozero.pt/jogo.php?id=5215022

Esta deveria ser a questão que os sócios e simpatizantes do Porto têm de autocriticamente responder. Eu confesso que se fosse adepto estaria apreensivo com vários factores internos de planeamento da época e não com a arbitragem.
Estava preocupado com a quantidade de dinheiro que foi gasta, nas últimas duas épocas, em avançados sem qualidade para representar o clube: Adrian Lopez, Marega, Suk e Depoitre. Para depois concluir que, as melhores alternativas eram dois miúdos da formação e outro da formação do Paços de Ferreira.
Ficaria apoquentado por perceber que, não obstante, as tremendas limitações do plantel da época transacta, a contratação mais cara para a presente época foi um lateral esquerdo, com o intuito de concorrer com Layun. Apenas, o melhor jogador do Porto na temporada de 2015/2016.
E estava alarmado, por perceber que temos no nosso plantel o atleta com maior salário do futebol português e que este “jovem” de 35 anos, nem de perto, nem de longe comporta uma mais valia que se correlacione com o seu custo mensal.
E, nem sequer, vou entrar nas arrelias que teria por ver uma estrutura, envelhecida, amorfa e com os bolsos bem cheios, que é representada pelo “chefe” da guarda pretoriana.



2        2. O caso do Sporting

A eliminação do nosso rival histórico também foi imputada a erros da arbitragem. Mas será que assim foi?
Vamos analisar friamente os factos. O Sporting, ao contrário do Porto, venceu os seus dois jogos em casa. Contra Arouca e contra o Varzim, emblema que milita no segundo escalão do futebol nacional. No entanto, estas vitórias foram o cumprimento dos serviços mínimos, pois, foram ambas por 1 – 0.
Face a estes resultados que não se coadunam com a diferença de meios entre os clubes. O Sporting teria de pontuar na última jornada com o Setúbal, que tinha três pontos conquistados. Caso o Setúbal vencesse teriam de ser considerados os critérios de desempate: os golos e, posteriormente, as médias de idade.
Face aos resultados pela margem mínima registados em Alvalade (uma contra uma equipa do segundo escalão do futebol nacional), o Setúbal fez o trabalho de casa e entrou em campo com uma equipa que lhe permitia estar em vantagem sobre o Sporting, relativamente ao critério que podiam controlar (as médias de idade). E, asseguraram a passagem através da vitória pela margem mínima.
Ora, a história é a que se conhece. Mesmo considerando que não havia motivos para grande penalidade (à la Abel Xavier em 2000), perante estes factos, será que são os árbitros a causa para a debacle nesta competição?
Eu estaria descontente por compreender que a estrutura e equipa técnica do Setúbal, pensou efectivamente nos regulamentos e antes da bola começar a rolar já estava em vantagem.
Eu, se fosse adepto do Sporting, estaria desolado por perceber que foram contratados vários jogadores “feitos”, que não têm a qualidade dos jovens da formação, que estão emprestados e a brilhar, como o caso do Francisco Geraldes e que um onze sem os titulares habituais não está capacitado para, em Alvalade, ganhar por mais de um golo contra equipas da Liga Ledman. E que, a utilização desses jovens cedidos permitiria, na pior das hipóteses, a passagem à próxima fase…



Concluindo, se eu fosse sócio ou adepto dos nossos rivais libertava-me das palas que são colocadas por pessoas que são remuneradas e retiram proveitos, bem acima da média nacional, fruto da sua ligação profissional a esses emblemas. E, usam o amor dos adeptos às instituições para os tratarem como meros equídeos.



Porque essas palas que não são mais do que tentativas (até ver, bem sucedidas) de mascarar os seus próprios erros, com o mero intuito de lhes possibilitar continuarem a viver à conta dos clubes e não para os clubes.
Mas como sou sócio do Sport Lisboa e Benfica estou mais descansado. Pois, diariamente vislumbro passos de competência e profissionalismo. Vejo um clube tricampeão, ainda em todas as frentes e a depender apenas dele para uma conquista histórica: o tetra. E, curiosamente, já a preparar atempadamente o penta, com a contratação de jogadores para posições cirúrgicas destinados a substituir, caso seja necessário, os nossos atletas que fruto dos resultados, da prospecção e formação do clube irão ser transferidos a breve trecho por milhões de euros.

Claro que, poderemos voltar a perder, até mesmo esta época desportiva. Mas é indubitável, que estamos mais perto da vitória do que os nossos rivais. E, por muito que isso custe, o sustentáculo do sucesso do Sport Lisboa e Benfica é o planeamento, a competência e o profissionalismo e não factores externos como a arbitragem. 

sábado, 24 de dezembro de 2016

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Muito se tem falado do Rui Vitória

Muito se tem falado do Rui Vitória e da sua incapacidade de ganhar jogos grandes. Se tal, de facto tem uma base de verdade, não nos podemos esquecer de que, do outro lado, temos um treinador que, mesmo sendo um génio da táctica, já perdeu jogos contra grandes como o Benfica, Porto (apesar de, no final da sua carreira no Benfica, ter criado um ascendente sobre eles), Real Madrid, Chelsea, Sevilha, Borussia, e contra clubes medíocres como o Legia ou o HAPOEL de Tel Aviv.

Não coloco a capacidade táctica de Jesus em causa e que, para mim, é superior à de Rui Vitória. No entanto julgo que o nosso treinador tem uma série de características em que é superior a JJ, nas chamadas soft-skills. Longe vão os tempos em que nós éramos crianças em que a nossa avaliação se resumia à classificação de 1 a 5 nas várias disciplinas. Se é óbvio que um qualquer profissional é mais do que isso, num líder de pessoas, a importância dessas características acentua-se ainda mais.

Se a isso acrescentarmos o facto de (tirando no centro do meio-campo) termos jogadores muito superiores ao Sporting, acho que temos a receita para vencer o (difícil) derby!

Deixo um vídeo que acaba por ser um pouco consequência da postura de JJ (com tanto de ousadia como de soberba), relembrado pelo Gordo.


quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Que golo!


      Aviso:  este post não está relacionado com o Benfica




        Que golo!! Bom feriado.

terça-feira, 29 de novembro de 2016

O cartão de visita do Gonçalo Guedes




         Este foi o cartão de visita do aniversariante. Parabéns, Gonçalo!


P.S: Se tiverem atentos, vão ver o Renato Sanches, "já com uns 19 anos", em campo, o Porto podia impugnar este título de Benfica...